quarta-feira, 13 de outubro de 2010

RETIRO E CONVIVENCIA EM SÃO CARLOS


De 9 a 11 de outubro, acompanhados do pe. dirertor do pré-noviciado, Pe. Dilson, e do assistente William de Lima, os futuros noviços salesianos, realizaram o retiro e convivência no Noviciado, em São Carlos. Um experiencia muito edificante e de muita alegria. Segue abaixo alguns testemunhos.

Conhecemos um ilustre salesiano: Pe. Gilberto Pierobom, que junto com a sua comunidade (noviços: Alcy, Luís Paulo e Hevandrus; os assistentes Santana e João Gabriel, o Pe. Alcides, e o irmão José) nos deram a honra de apresentar a vida salesiana no noviciado com muita sinceridade e simplicidade.

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“Viver, e não ter a vergonha de ser feliz...” Com este trecho de música coloco a síntese da minha convivência em São Carlos.
Como comunidade tivemos a chance de experimentar um pouco de Deus na nossa escolha de vida e com os nossos destinatários, os jovens. Foram dias belos, vivi com o coração e escolhi ser feliz!

Luís Matheus LG, Pré- Noviço Salesiano.
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Os dias vividos em São Carlos foram dias especiais, a convivência com aquela comunidade mostrou o quanto vale a pena passar aquele ano ali e viver uma vida de entrega a Deus e aos jovens que tanto pedem nossa ajuda. Agradeço de coração a acolhida de todos e estão sempre em minhas orações.

Gabriel C. Pozzi, Pré- Noviço Salesiano.
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"Os dias que passamos na comunidade do noviciado para mim foram de intensa provocação, mediante o modo como desejo responder ao chamado de Deus. Pude sentir que as coisas de Deus são simples e ao mesmo tempo bastante exigentes. Penso que, lidar consigo mesmo é uma tarefa árdua, sobretudo porque o principal motivo desse processo de auto-conhecimento será em função de muitas outras pessoas, principalmente os jovens. Posso testemunhar: Foi muito Bom!"

Eraclides
, Pré- Noviço Salesiano.
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A convivência em São Carlos foi de grande importância, pois tive na prática um pedaço do que irei viver no ano de 2011. Sinto o quanto me ajudou a arrancar alguns “mitos”, sobre a nova etapa de formação.
Ver e viver os quatro dias em São Carlos foi uma graça de divina, um mergulho na espiritualidade de Dom Bosco.

Emerson, Pré- Noviço Salesiano.
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Esses dias que pudemos passar em convivência no noviciado, sobretudo com o mestre e com os noviços foi de suma importância para a nossa visão do que é o noviciado. Lá pudemos antecipar a convivência fraterna e a experiência mais radical de vida comum, de vida posta em comum aos irmãos e àqueles que Deus nos enviar. Tal convivência foi repleta de um clima de alegria e de descoberta de nossa parte, e de acolhimento e atenção por parte dos que moram na casa. Foi realmente muito bom.

César, Pré- Noviço Salesiano.
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O historiador de D. Bosco, Alberto Caviglia, disse na conferência sobre o espírito Salesiano que: “O Salesiano sem Bondade não é salesiano”. Quanta bondade foi possível ver nesse encontro em São Carlos e porque não dizer que bondade foi o início de muitas alegrias que nos foram passadas e com toda essa motivação é possível cativar pessoas para continuar a obra de D. Bosco. Muito obrigado por tudo a aqueles salesianos que lá moram e trabalham.

Bruno, Pré- Noviço Salesiano.
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Nestes dias que passamos de convivência e retiro no Noviciado, pude conhecer melhor ainda o espírito salesiano e a alegria de trabalhar com a juventude e a vivência em comunidade. No entanto gostaria de citar pontos em destaques como: a acolhida do Padre Mestre e suas palestras, o bate papo com os noviços as pastorais realizadas para assim ter o contato com os jovens e também o retiro realizado, assim pude concretizar melhor ainda a minha vocação.
Agradeço a todos que fizeram parte deste Retiro muito especial!!!!
Abraço Fraterno,

Rodrigo Rossato, Pré- Noviço Salesiano.
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Esses dias de convivência em São Carlos foram mais uma oportunidade de tocar o carisma salesiano de perto, através da vivência na casa que é como se fosse o ventre materno de todo salesiano. Nos trabalhos realizados, nos momentos de pastoral, e naqueles recreativos pude perceber a alegria que o salesiano é chamado a construir. Santidade e alegria... Essas duas palavras resumem tudo.

Gerson, Pré- Noviço Salesiano
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Esse final de semana vivenciado no noviciado foi muito bom. Pude viver um pouco daquilo que será um ano de uma intensa experiência com Deus, com a espiritualidade e o carisma salesiano. Os momentos de partilhas, brincadeiras, do oratório, de retiro trouxeram mais entusiasmo, alegria em poder atender a esse chamado de Deus como Dom Bosco fez. E é no noviciado que será construído todo esse alicerce à vida salesiana.

William, Pré- Noviço Salesiano.
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Dias de grande alegria! Conhecemos e fomos conhecidos! A cidade, as pessoas, o noviciado, os noviços, os assistentes, o mestre de noviços... Conhecê-los foram de grande importância para compreender o próximo passo no caminho da vida religiosa salesiana. O clima de alegria e a fraternidade do pré-noviciado com o noviciado é na certa um grande presente para Jesus Cristo! Juntos com Dom Bosco!

Ronaldo, Pré- Noviço Salesiano.
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A experiência em São Carlos foi muito boa!Pude perceber que ali e um verdadeiro centro de formação de um salesiano.Quero agradecer pela acolhida!!!

Valeu a todos!!!!!!!

Renan, Pré- Noviço Salesiano.
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Inesquecível! Foi bom passar uns dias fora para refletir um pouco sobre tudo, momentos de alegria, de sentir verdadeiramente o carisma salesiano, fazendo despertar ainda mais em nós um entusiasmo para o noviciado. O valor das coisas não esta no tempo que elas duram mais na intensidade com que acontecem.
E vamos que vamos!

Thiago, Pré- Noviço Salesiano.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

NOSSA SENHORA APARECIDA


Na História da Salvação identificamos a participação de mulheres fortes, singelas e corajosas, entre elas Maria. Os textos bíblicos referentes à participação de Maria na História da Salvação são poucos, contudo, a narrativa das Bodas de Caná (Jo 2); o Anúncio da Encarnação de Jesus, a visita à Izabel e o Cântico dos Filhos de Deus (Magnificat), no evangelho segundo Lucas, além de outras citações referentes aos momentos importantes da vida do Salvador, como a Paixão, colocam em evidência a grandeza de uma mulher de fibra, que é Maria.

Todos os relatos apresentados sobre Maria nos evangelhos são coroados nos Atos dos Apóstolos. Depois da Ascensão os discípulos contaram com a companhia de “algumas mulheres, dentre elas Maria, a mãe de Jesus” (At 2,14). Esse pequeno detalhe relatado por Lucas no seu segundo livro nos proporciona a segurança de poder contar com Maria na caminhada de fé.

Quando no Brasil veneramos Maria sob o título de Nossa Senhora Aparecida, na verdade estamos nos apropriando do sentido da Sagrada Escritura, que valoriza todos e todas na obra da salvação. Como discípulos missionários, na companhia da Mãe de Jesus, almejamos o Reino de Deus.

A realidade envolvente de Aparecida revela a graça de Deus que tocou o chão brasileiro, que movimentou as águas do Rio Paraíba. Deus tocou o coração de pescadores, de gente simples, de gente capaz de compreender, sentir e testemunhar sua presença vivificante e restauradora.

Maria é testemunha do Ressuscitado, é animadora da vida cristã, cantora do amor de Deus.

Que a singeleza da pequena imagem de Aparecida desperte nos nossos corações o desejo de sermos mais simples e humildes, à serviço dos mais pobres.

Eraclides
Pré-Noviço Salesiano

domingo, 10 de outubro de 2010

Santa Teresinha: do Carmelo ao mundo.

Em outubro a Igreja nos propõe a sempre oportuna reflexão sobre as missões. Esse tema é elemento constituinte de sua própria identidade, isto é, de ser Igreja Missionária. No primeiro dia do mês, a mesma oferece o modelo de Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, ou, como é popularmente conhecida, Santa Teresinha, colocando-a na dignidade de padroeira das missões, não sem um sólido fundamento. De fato, essa santa do século XIX em pouco tempo ficou mundialmente conhecida entre o meio católico e também não-católico, sendo gérmen de muitas reflexões e espiritualidade. É, pois, de grande valia aproveitar da vida e ensinamentos desta, para entendermos melhor a importância da missão para os fieis batizados.
O papa Bento XVI, em sua mensagem por ocasião do Dia Missionário deste ano, fala com um acentuado entusiasmo: “...os homens do nosso tempo, talvez nem sempre conscientemente, pedem aos crentes não só que "falem" de Jesus, mas que "façam ver" Jesus, façam resplandecer o Rosto do Redentor em cada ângulo da terra diante das gerações do novo milênio”. Na santa de Lisieux, sem dúvida, palpitou sempre esse santo desejo, até mesmo de, se preciso fosse, chegar ao martírio pelo anúncio do nome de Jesus. Contudo, manteve-se sempre, durante seu curto período de vida, “escondida” sob as asas carmelitas. Como então, esta jovem religiosa, humanamente tão limitada, atraiu e continua atraindo pessoas do mundo inteiro que são tocadas e levadas a uma experiência com o Cristo? Dessa indagação deriva talvez mais oportuna contribuição que a “santa das rosas” faz à Igreja.
A grande novidade teresiana, que nasce justamente de uma experiência com a sempre nova mensagem evangélica. Esta novidade pode ser obtida pelas palavras daquele que a proclamou Doutora da Igreja: “O próprio Jesus lhe mostrou como haveria de viver essa vocação: praticando em plenitude o mandamento do amor, haveria de imergir-se no coração mesmo da missão da Igreja, sustentando os anunciadores do Evangelho com a força misteriosa da oração e da comunhão.” O que João Paulo II ressalta aqui é a grande dimensão universal que Teresa soube interpretar da vocação missionária. Esta demonstrou que mesmo limitada pelas santas grades do Carmelo, poderia ser missionária autêntica pela forte experiência que fazia com o Cristo Ressuscitado; desta forma, argumentará também o papa, confere a todo o batizado uma faculdade mística de missionário ad gentes.
A oração não exclui a ação. Todavia, não é, absolutamente, nesse sentido que Teresa caminhará. O que a Igreja bem pôde entender de sua interpretação evangélica, foi a primazia do encontro com Jesus que deve estar na vida de todo missionário, dependendo disso os frutos de seu apostolado.
Esse caráter universal que Teresinha dá às missões lhe confere o título de padroeira das missões e, posteriormente, Doutora da Igreja Universal. Sigamos seu exemplo e deixemos nosso coração ser dilatado pelo amor de Jesus Cristo, para, como as palavras de Bento XVI já citadas acima, sermos testemunhas críveis do amor de Deus a todos os irmãos não só pelas nossas sempre limitadas, porém necessárias, ações, mas pelo contínuo abandono, como “criançinhas”, nas mãos do Divino Agricultor, que é primeiro responsável pelo êxito da germinação evangélica no coração humano.

Gerson
Pré-noviço Salesiano



segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dom Bosco e os Franciscanos

Na vida dos grandes santos, a presença da mãe na formação dessas extraordinárias personalidades é quase uma constante.
Com Dom Bosco não foi diferente:
João Bosco, que desde cedo mostrou grande interesse e aptidão pelos livros, recebeu estímulo e força daquela camponesa simples e analfabeta.
Foi estudar com o Padre Calosso, que ficara admirado com a dedicação, a força de vontade e a prodigiosa memória do garoto.
Para completar os estudos no seminário, dom Bosco foi sapateiro, garçom, alfaiate, e até deu aulas à noite para os colegas.
Não foram poucos os sacrifícios, desafios e provações pelos quais passou Dom Bosco em cada passo que dava.
Agora, com 19 anos, devia decidir que caminho tomar.
Se pudesse entraria para o clero diocesano, mesmo não sentindo atração pela vida paroquial. Queria ser padre para cuidar dos jovens. No fundo, o problema eram as taxas, os altos custos dos estudos. Não achava justo exigir mais estes sacrifícios da mãe e do irmão José. Nem eles querendo os podiam fazer. Mantinham porém, a fé em Deus. Alguma luz havia de acender.
O convívio com os Frades Franciscanos do Convento da Paz, pareceu atrair-lhe para a vida religiosa. Ainda mais que os Frades o acolhiam de braços abertos, dispensando toda questão financeira.
Mas outra vez um sonho alertava Dom Bosco de que no Convento da Paz ele não encontraria a paz. Margarida foi comunicada, deveria dissuadir o filho de dar este passo. Sobretudo porque, sendo pobre e com o avançar da idade haveria de precisar do amparo do filho que só viria caso tornasse Padre e não como Frade.
Naquela época, procurar o seminário, era buscar uma segurança econômica. Era alcançar junto à famílias ricas o papel de mestre, preceptor, ou ainda, engajar-se como professor bem remunerado nas universidades. Muitos se ordenavam sem o mínimo de vocação. Daí advinham escândalos, egoísmos e ganâncias de riquezas e poderes.
Margarida tinha, na sua simplicidade de humilde lavradora, o dom do discernimento, que o espírito de Deus lhe infundia.
Iluminada por Ele, nunca poderia aceitar ver o filho como um sacerdote indigno.
Margarida rezou, refletiu e decidiu. Teve com o filho um diálogo célebre:
__ É verdade que queres ser religioso?
__ Sim, mamãe. Creio que não vai se opor.
__ O que quero é que examine seriamente o passo que você quer dar. Depois siga a sua vocação sem se preocupar com ninguém.
__ A primeira coisa é a salvação de sua alma. O pároco está pensando na necessidade que eu possa ter no futuro. Mas nessas coisas eu não entro, pois antes de tudo está Deus Não te preocupes comigo. Eu, de você, não quero nada. Escute bem.
Nasci na pobreza, tenho vivido na pobreza, quero morrer na pobreza. E guarde bem o que te digo: Se você decidir ser Padre diocesano e, por desgraça, um dia se tornar rico, eu jamais irei visitá-lo. Lembre-se bem disto.
A atitude de Margarida te uma conotação profunda com a sua fé e o seu conceito do sacerdócio
Dom Bosco formou-se com muito esforço e naquele dia, a mãe, esta admirável camponesa modesta e rude, ainda lhe disse:
__ Meu filho, agora que você é padre, pense só em ajudar os outros que não tiveram a sua sorte.
Não se preocupe comigo. Nossa Senhora tomará conta de nós.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aniversário do Felipe



Parabéns Felipe!!!
Que Deus Pai continue abençoando a sua vida realizando sonhos e esperanças!
Você faz parte desta história!!!
Juntos com Dom Bosco!!!
Feliz Aniversário!!!